Fevereiro 09, 2026
Quando o inventário não está integrado, atualizado e visível, as empresas perdem muito mais do que margem - perdem previsibilidade, eficiência e capacidade de resposta.
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Inventário fora de controlo custa mais do que stock parado
Quando o inventário não está integrado, atualizado e visível, as empresas perdem muito mais do que margem - perdem previsibilidade, eficiência e capacidade de resposta.
A gestão de inventário tem impacto direto na eficiência operacional, no serviço ao cliente e na rentabilidade do negócio. Ainda assim, muitas organizações continuam a lidar com diferenças entre stock físico e sistema, compras reativas, ruturas inesperadas ou excesso de mercadoria em armazém.
Na maioria dos casos, estes problemas não resultam da falta de stock, mas sim da falta de integração e de informação fiável em tempo real.
Quando a gestão depende de registos manuais, folhas de cálculo ou aplicações dispersas, a operação perde visibilidade, aumenta o risco de erro e dificulta o planeamento de compras, produção e expedição. O inventário deixa de ser um ativo estratégico e passa a consumir tempo, recursos e margem.
Uma gestão eficiente exige processos suportados por tecnologia: rastreabilidade por artigo, lote e localização, registo automático de movimentos, inventários permanentes, pontos de reposição e dados totalmente integrados com compras, vendas, faturação e contabilidade.
Só assim é possível reduzir perdas, otimizar o capital investido e garantir níveis de serviço consistentes.
Além do impacto operacional, existe também uma exigência fiscal relevante com entrada em vigor em 2027. A comunicação anual de inventários à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), atualmente submetida sobretudo em quantidades, passará a exigir também o reporte do inventário valorizado, incluindo o valor contabilístico dos stocks.
Este requisito obriga as empresas a manter inventário permanente, métodos de valorização consistentes e dados fiáveis e auditáveis. Sem um sistema integrado, o risco de divergências, correções e retrabalho administrativo aumenta significativamente.
ERP: o elemento que transforma a gestão de stock
Ao centralizar toda a operação num único ERP, cada recepção, venda, transferência ou consumo atualiza automaticamente o stock em tempo real. A gestão passa a ter:
Controlo por armazém e localização
Rastreabilidade por lotes ou séries
Reposição automática com base em níveis mínimos e histórico de consumo
Integração direta com compras, logística, vendas, finanças e contabilidade
Inventário permanente e valorização automática dos stocks, pronta para cumprimento fiscal
O que significa eliminar registos duplicados, reduzir tarefas manuais e garantir informação coerente entre todas as áreas.
O resultado é maior rigor operacional, inventários mais rápidos, menos erros administrativos e decisões baseadas em dados consistentes.
Como Cegid Partner Gold, a Openlimits conta com experiência comprovada na implementação, parametrização e acompanhamento do ERP Cegid Evolution, garantindo uma adoção ajustada aos processos de cada negócio e suporte contínuo após a entrada em produção.
Sabemos como transformar o inventário num ativo estratégico e previsível - não num centro de custos.
Quer recuperar controlo, rigor e previsibilidade nos seus stocks?
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Escrito por:
Openlimits